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quarta-feira, 8 de agosto de 2012



NOTA DE ESCLARECIMENTO

A função primordial do SINDGUARDAS/RN é orientar a categoria acerca de seus direitos, conduzi-la pelo caminho da estruturação e da verdade. A direção do SINDGUARDAS sempre defendeu um plano próprio e carreira única, onde a categoria fique submetida a critérios específicos e dessa forma se possa evitar que tenham seus direitos sempre nivelados “por baixo” como vem acontecendo ao longo dos vinte anos de existência da Guarda Municipal do Natal.

A greve que acontece hoje deveria ter acontecido durante o processo de negociação e aprovação do PCCV GERAL, mas apenas o SINDSAÚDE/RN tomou o posicionamento correto e deflagrou o processo grevista, sendo assim abandonado pelo SINSENAT na época, que mandou para o ralo, o discurso de unificação.

Naquele momento, os associados ao SINSENAT reivindicavam uma greve geral unificada, porém a direção da Entidade mesmo sabendo que teríamos perdas, segurou a greve, se aliou ao Governo na época e negou o nível médio para a categoria de Guardas Municipais, além de chamar a direção do SINDGUARDAS/RN de oportunista e caroneira.

Na ocasião várias categorias percebiam as perdas que teriam com o PCCV e cobravam uma solução, então o SINSENAT mais uma vez se aliou ao governo e “INVENTARAM” uma matriz dentro do PCCV, mas em relação a Guarda Municipal já é uma realidade em todo o Brasil, PLANO DE CARGOS, CARREIRA E REMUNERAÇÃO ESPECÍFICO.

Durante a negociação do PCCV, ficou acertado entre o SINDGUARDAS e o secretário da SEGELM que continuaríamos recebendo pelo Adicional Noturno, o mesmo valor de antes e que os novos GMs que fossem chegando passariam a obedecer ao novo texto da lei, mas de repente “apareceram” esses novos valores nos contracheques (125%), para que o SINSENAT pudesse usar o discurso de que o PLANO trouxe ganhos para a categoria, e a farsa agora veio a tona em pleno período eleitoral quando a presidente do SINSENAT é candidata a Vereadora.

O avanço real só virá quando cada um e cada uma que compõe a Guarda Municipal do Natal tiver a clareza de que uma matriz específica não resolverá o problema, porque a categoria precisa de gratificações específicas da função e do trabalho desenvolvido pela Guarda Municipal, que sejam recebidas pela qualificação e que possam ser incorporadas na aposentadoria.


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